Bom dia OC!

Viveu os primeiros anos em Vila do Conde, entregue aos cuidados de uma ama, e vai depois para casa dos avós paternos em Verdemilho, perto de Aveiro, onde vive até 1855, ano em que vai para casa dos pais no Porto e começa a estudar no colégio de Nossa Srª da Lapa, dirigido por Joaquim da Costa Ramalho, pai de Ramalho Ortigão.
Em 1861 matricula-se no primeiro ano da Faculdade de Direito de Coimbra, onde conhecerá, entre outros, Teófilo Braga e Antero de Quental, membros da chamada “Geração de Setenta”.
Termina a licenciatura em Direito em 1866 e vai para Lisboa onde, com pouco sucesso, tenta exercer advocacia. Muda-se no final desse ano para Évora para fundar e dirigir o jornal Distrito de Évora.
Regressa a Lisboa em 1867 e nos cinco anos seguintes aperfeiçoa a escrita publicando no Diário de Notícias o relato de uma viagem que fez ao Egipto e depois, em conjunto com Ramalho Ortigão, “O Mistério da Estrada de Sintra”, colaboração que prossegue em 1871 com o início da publicação de “As Farpas”.
Em 1872 Eça inicia a carreira diplomática, sendo nomeado cônsul de 1ª classe nas Antilhas espanholas, cargo que exerce em Havana, onde permanece dois anos.
Regressa à Europa em 1874, indo como cônsul para Newcastle-on-Tyne, no norte de Inglaterra. No ano seguinte publica ”O Crime do Padre Amaro”, em capítulos, na Revista Ocidental. Vem depois “O Primo Basílio” em 1878 e, já como cônsul em Bristol, escreve “O Mandarim” em 1880. Seguiram-se alguns anos em que se dedica a rever as obras que tinha anteriormente escrito, publicando depois “A Relíquia” em 1887. Em 1888 é a vez de “Os Maias” e da sua ida para Paris, seu último posto na carreira consular.
Eça de Queirós morreu em Neuilly-sur-Seine no dia 16 de Agosto de 1900. As últimas obras da sua vida literária foram “A Ilustre Casa de Ramires” e “A Cidade e as Serras”.
Comentários:
Póvoa de Varzim
Já corrigi. Tens que escrever à Biblioteca Nacional para corrigirem também http://purl.pt/93/1/biobibliografia/1845.html
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