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Frequentou o curso de Direito da Universidade de Coimbra, sem o ter concluído. Foi professor no Colégio da Lapa, no Porto, de que o seu pai, Joaquim da Costa Ramalho Ortigão, era director.
Já aprendiz de escritor, veio em 1870 para Lisboa onde tinha conseguido um lugar como oficial da secretaria da Academia das Ciências.
Fez amizade com Eça de Queirós, com quem escreve em 1871 o romance policial “Mistério da estrada de Sintra”, editado em folhetins no Diário de Notícias, e começa

Parceiro, embora distanciado, da Geração de 70, Ramalho Ortigão participou nas diversas polémicas literárias dos finais do século XIX, tendo ficado célebre a sua intervenção na chamada Questão Coimbrã, que opôs Antero de Quental a António Feliciano Castilho, o que lhe valeu ter de enfrentar Antero de Quental num duelo à espada, no qual ficou levemente ferido num pulso.
Ramalho Ortigão morreu em Lisboa no dia 27 de Setembro de 1915.
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